A Depressão me levou a procurar ajuda

Em toda a minha vida não sabia que poderia haver uma modificação em meus sentimentos, aliás, nunca havia prestado atenção neles. Eu apenas reagia aos acontecimentos, às vezes com otimismo, às vezes negativamente.

Nunca também tinha pensado como as pessoas me viam. O que elas achavam de mim. Tentava agradá-las dizendo sempre sim a todas. Não sabia dizer não, isso não posso fazer. Eu tinha o hábito de oferecer, quase impondo, ajuda a quem nem sequer a queria, constrangendo a pessoa.
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Depressão – Negativismo

Quando comecei a freqüentar as reuniões de N/A eu não sabia que sofria da famosa neurose. Só sentia que havia algo errado, pois era negativista e não via um modo de resolver meus problemas.

Com o passar do tempo compreendi que era uma doente emocional porque a sensação que tinha era de ter os meus olhos vendados, pés e mãos amarradas e fechada em um quarto escuro, sem saída. Isso não era vida.

Permaneci em N/A e aprendi muito. Aprendi a ouvir, a falar e a pensar. Compreendi o que eram defeitos de caráter e vi que os possuía.
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Depoimento Medo – Depressão

Quero agradecer à Irmandade de Neuróticos Anônimos da qual hoje faço parte. Agradecer a toda ajuda que tive de pessoas que seguram o N/A funcionando com dedicação abnegação , desprendidas , ANÔNIMAS.

Quando cheguei, estava muito mal, muito doente. Não tinha condições de ir aos lugares que precisava, pois o medo me dominava, sentia uma ansiedade que não me permitia ficar bem em lugar algum.

Não conseguia pensar com clareza, a mente fechada e muito confusa, parecia que tinha um capacete pressionando-a.
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Depressão – Eu era uma vítima das situações

Desde a infância, as emoções interferiram em meu comportamento. Veio a adolescência, a época de escola e essa interferência foi aumentando muito devagar. Era quase imperceptível.

Os conflitos com meus pais e meus irmãos eram constantes. Sempre atribuí esses problemas aos outros e às circunstâncias externas.

Tive um primeiro namoro sério, o noivado, o casamento e veio o primeiro filho.

Aumentou bastante ...
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Auto Piedade – Depressão

A autopiedade leva à depressão.

Sentir autopiedade é ter pena da gente mesmo, achando-nos uns coitadinhos, ninguém nos dá atenção!

Hoje observo que é uma birra glorificada, na qual cada ser humano se apresenta comportando-se de várias formas, como o nenê que quer satisfazer seu próprio ego e rola no chão quando quer algo.

Se a gente der atenção para esse tipo de comportamento, o nenê continua fazendo birra e faz de conta que está chorando.

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Solidão e Depressão faziam parte da minha existência

Antes de conhecer N/A cheguei a pensar que eu era doida. Tinha muitos pensamentos negativos e entre eles a inveja de pessoas que tinham filhos ou parentes deficientes físicos, ou que tinham que lutar por um lugar onde morar ou lutar pelo pão de cada dia.

Eu achava que essas pessoas tinham motivos para viver e eram úteis. Eu sentia-me inútil, sem objetivo na vida e, consequentemente, a solidão e a depressão faziam parte da minha existência.
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Depressão – Um grande vazio existencial

A depressão, pelo que percebo, é um sentimento que poderia se traduzir como um grande vazio existencial. Quando pressinto que entrarei em depressão, as emoções mais fortes são medo, insegurança, ansiedade, frustração, autopiedade, raiva, culpa, agressividade e outras em menor grau.

Essas emoções me levam a uma rotina sem estímulos. Porém, aprendi que essa maneira neurótica de sentir não acontece por acaso. Para mim, vazio existencial é vazio espiritual; é vazio na vida; é falta de bem viver; bem se adaptar...
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Depressão – Estou sempre preocupada

No meu caso, considero que tenho um temperamento depressivo. Estou sempre preocupada. Se tiver nove coisas positivas e uma negativa, meus pensamentos se voltam sempre para a negativa e esqueço as positivas. Gostaria que não houvesse nenhuma pedra em meu caminho. Que tudo fosse rosas sem espinhos. Essa tendência para a negatividade traz como conseqüência: desânimo, cansaço, falta de vontade de lutar ...
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