Só Depois de 8 Anos

Meu nome é R. e sou um neurótico em recuperação. Eu vim perceber a minha neurose depois de oito anos em Alcoólicos Anônimos. Tive que sofrer tudo o que um alcoólatra sofre em sua ativa para chegar numa sala e ficar oito anos dentro de uma sala com um Programa de Doze Passos e de Doze Tradições, mas sem me integrar, até chegar numa Neurose total que me levou a uma Síndrome de Pânico que me deixou incapacitado em uma cama dentro de um quarto escuro, com um aparelho de pressão de bomba em um lado e um aparelho de pressão eletrônico do outro (porque nem nos aparelhos de pressão eu conseguia acreditar).
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Passarinho livre para voar

Até 35 anos fui uma pessoa relativamente normal. Digo relativamente porque, apesar de ter muitos defeitos de caráter, minha vida transcorria normalmente. Sempre fui uma pessoa ativa. Teve uma época em que, além de trabalhar em dois empregos, ainda fazia o curso primário, ao mesmo tempo.

Apesar de funcionar normalmente na vida, vivia insatisfeita, irritada com a vida e com o mundo. À medida que foi se aproximando a idade de 40 anos é que começou o medo de morrer.
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Pânico

Como nós sabemos, os seres humanos são dotados de vários instintos. Um deles é o instinto de segurança. Ele faz com que a pessoa não faça coisas que poderiam colocar em risco a sua vida, suas conquistas e seu bem estar comum. Este instinto faz com que a pessoa sinta medo, que por sua vez é uma necessidade, uma autodefesa para continuar a viver.

Quando o medo necessário sai fora dos limites, se perde o autocontrole e passa-se a sentir um medo anormal, um medo que foge do seu próprio domínio. Então, passa-se a sentir medo do desconhecido, do futuro, levando o ser humano a viver fora da realidade.
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Medo

Meu nome é Silvana e sou uma Neurótica em recuperação Quando cheguei em N/A estava totalmente enferma e com minhas emoções descontroladas, enfim, cheia de defeitos de caráter, que até então não os conhecia, ou melhor, fingia não vê-los.

Comecei a freqüentar as reuniões e aos poucos fui me libertando de muitos de meus defeitos de caráter como: intolerância, impaciência, orgulho, revolta, rancor e o egoísmo. Graças ao N/A, já consigo ter um controle emocional e diminuir bastante a minha ansiedade; acabei com vários dos meus medos, tais como: sair no escuro, medo de bêbados, andarilhos, ciganos e o medo de dirigir.
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Depoimento de um ex-combatente

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, participei dos teatros de operações na Itália.

Quando voltei de lá era portador de neurose de guerra. Sofria de solidão, mau humor, medo, angústia. Não conseguia permanecer em locais onde estivessem reunidas varias pessoas. Nos campos de futebol logo entrava em atrito com qualquer pessoa que estivesse ao meu lado.

Andava sempre irado, sentia fortes dores de cabeça, sofria horrivelmente de insônia. Suava frio por todo o corpo, tremia muito, não conseguia falar normalmente: gaguejava.
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Depoimento Depressão 09

Quando comecei a freqüentar as reuniões de N/A eu não sabia que sofria da famosa neurose. Só sentia que havia algo errado, pois era negativista e não via um modo de resolver meus problemas.

Com o passar do tempo compreendi que era uma doente emocional porque a sensação que tinha era de ter os meus olhos vendados, pés e mãos amarradas e fechada em um quarto escuro, sem saída. Isso não era vida.

Permaneci em N/A e aprendi muito. Aprendi a ouvir, a falar e a pensar. Compreendi o que eram defeitos de caráter e vi que os possuía.
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Depoimento Medo – Depressão

Quero agradecer à Irmandade de Neuróticos Anônimos da qual hoje faço parte. Agradecer a toda ajuda que tive de pessoas que seguram o N/A funcionando com dedicação abnegação , desprendidas , ANÔNIMAS.

Quando cheguei, estava muito mal, muito doente. Não tinha condições de ir aos lugares que precisava, pois o medo me dominava, sentia uma ansiedade que não me permitia ficar bem em lugar algum.

Não conseguia pensar com clareza, a mente fechada e muito confusa, parecia que tinha um capacete pressionando-a.
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Depoimento Depressão

Desde a infância, as emoções interferiram em meu comportamento. Veio a adolescência, a época de escola e essa interferência foi aumentando muito devagar. Era quase imperceptível.

Os conflitos com meus pais e meus irmãos eram constantes. Sempre atribuí esses problemas aos outros e às circunstâncias externas.

Tive um primeiro namoro sério, o noivado, o casamento e veio o primeiro filho.

Aumentou bastante a interferência das emoções em meu comportamento e um médico da família receitou um calmante natural ...
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